Continuo sem internet, por isso as trabduções do Dalton deram uma parada... estou tentando finalizar o corpo do livro de poesia pra ver se consigo avançar para a publicação... mas não é nada fácil o processo... sempre achando que um poema pode ficar melhor... pior ainda se vc pega, pra distrair a cabeca, algum livro dos grandes (ferreira, thiago de mello, brecht...) depois, quando vc volta para as suas poesias, definitivamente, elas nao estao boas... mas, tambem, fazer o inverso eh perigoso, mergulhar soh no seu livro, pois vc pode acabar muito confiante, achando tudo ótimo... pior de tudo eh tentar dar liga a poesias produzidas em epocas tao distintas da minha vida... phoda! achar titulo! pensar capa... ver grafica (porque editora eh muito dificil), ver quantos poucos livrinhos vai dar pra publicar... tudo isso pra trazer à vida algo que nem acho tão bom, mas a sensação muitas vezes é de que se eu não vomitar isso pra fora, vou engasgar. Entao vou publicar, quer dizer, imprimir... segue abaixo um trecho de um texto que achei na internet muito trash-bizarro:
"O diretor-presidente do grupo editorial Scortecci, João Scortecci, explica como é o processo de avaliação para publicar um livro de maneira individual e custeada, conforme fez o jovem escritor Avelar. "Primeiro fazemos uma entrevista com o autor para analisar se ele tem potencial para vender muito ou pouco, posteriormente é analisado o tamanho da família e da empresa onde trabalha, se conhece bastante gente, se tem convívio social, cidade onde mora e se tem vida escolar. Todas estas características podem determinar se a venda será grande", afirma Scortecci. Toda essa avaliação é observada em números. Ele já estimou aproximadamente 275 pessoas em cada lançamento de livro. "Já foi notado que essa quantidade é fundamental para garantir a satisfação e venda do material. Muitos publicam apenas pelo sonho, é preciso ter uma análise para não virar tudo um pesadelo", adverte Scortecci.
Ao contrário de Avelar, que custeou a sua publicação, a escritora e jornalista Vanessa Bárbara conseguiu ter dois livros patrocinados por editoras. Ela apostou a sorte da sua primeira obra, "O Livro Amarelo do Terminal", em 715 editoras e em principio todas as respostas foram negativas. Entretanto, depois de três anos, o livro chamou atenção de um editor que recomendou a publicação. "Resolveram apostar no livro e ele foi publicado. Embora eu não ache que o principal objetivo do escritor seja a publicação, foi gratificante", afirma. A segunda obra da escritora, "O Verão do Chibo", escrito a quatro mãos, foi diferente. "Já com um livro publicado anteriormente, a editora que me procurou para publicar o segundo", explica Vanessa."
(Cometário esdrúxulo: a grana que ela gastou imprimindo 715 cópias do livro bancaria umas boas impressões independentes!!!)
segunda-feira, 2 de março de 2009
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