quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Recordar é mi ver

Estou transcrevendo, abaixo, um péssimo texto que escrevi com uma ótima intenção: presentear minha amiguinha Fran... isso há vários anos atrás... esse textinho meio-poético estava escrito junto a uma imagem de um nenê de calça jeans agarrado em baixo das pernas de seu pai (que também usa jeans). Aliás, essa era uma imagem de propaganda de uma imobiliária cujo slogan era: "Ninguém nasce grande. Nem a Lopes." Estou resgatando este textinho pra mandar um beijinho pro outro lado do mundo, pra Fran :) (ela tá linkada ao lado)
Lembra desse presente, Fran? ;)

P.S.: Na falta da imagem original, coloco uma outra de fofura igual!





















- Sempre apoiados nas barras do que seremos, nós, os pequenos príncipes de nós mesmos nunca envelhecemos.

- Por quê?

- Porque queremos!

- E isto basta?

- Basta pra que nasçamos grandes em tudo que de pequenos engendremos: cativarmos um ingênuo sorriso a cada novo sofrimento, quase sempre dorido e raso, mas riso, e só por isso mesmo imenso.

- E choramos e rimos, em rimas aos prantos, anos após anos.
(Sempre tantos e tão poucos)

- E não envelhecemos?

- Não! porque nós, os pequeninos, agarrados crescemos às barras dos príncipes que, talvez, nunca seremos, mas inocentes, sonhamos. E que isto baste!